20/12/2008

Assim já se percebe!

"O novo modelo de avaliação não prevê a classificação dos professores dispensados a tempo inteiro para trabalhar nos sindicatos. Isto significa que só quando voltarem às escolas é que podem progredir. Quem quiser fazer carreira sindical arrisca-se a não sair no mesmo escalão. Docentes falam em discriminação."

Comprende-se bem o "carnaval" que vai por aí , os sindicalistas, e ainda bem, deixam de ter passagens automáticas...

01/12/2008

olha que dois...

A conversa destes senhores não deveria versar sobre a educação, mem sobre a sucessão do secrtário geral do PCP, aposto.
Muito menos, pela preocupação com os alunos.

29/11/2008

Tão "inimigos" que eles eram!



O que o leva estes dois senhores, politicamente muito distantes, um é filiado no PCP outro no PPD, (hum...é de desconfiar) a consertar posições para levarem uma classe, que por definição, e aos olhos dos portugueses, deveria ser, serena, ordeira, inteligente, a ter atitudes que se só se podem assistir em países onde reina a anarquia?
Não é a pensar na educação com toda a certeza.
Só pode ser uma estratégia política, que é aproveitada por alguns (ditos) professores, para defender interesses corporativos e de previlégios, os quais não existem em mais classe nenhuma da FP, para já não falar no privado.
Como cidadão contribuinte, acho que não deve haver cedências.
É uma questão nacional, não permitir que a "arruaceirice", a que esta classe tem recorrido ultimamente, seja vencedora.
O PREC deu no que deu.



13/11/2008

Os Profs têm de ser avaliados

É uma vergonha constactar a posição dos senhores professores perante um problema que lhes é colocado, e que vai no sentido de serem avaliados consoante o sua produção.
Era o que mais faltava que não o quisessem ser, quando em todos os sectores de actividade existe essa avaliação!

É lamentável a pressão desta classe sobre toda a sociedade.

31/10/2008

Trabalhadores precisam-se!


Novas fábricas de energia eólica com dificuldades em contratar trabalhadores.

As novas fábricas de energia eólica de Viana do Castelo estão a ter dificuldade na contratação de trabalhadores. A Enercom tem disponíveis 500 postos de trabalho, mas até agora não tem conseguido mão-de-obra suficiente.


Diz a este propósito o Sr Presidente do IEFP



«O rendimentos sociais púbicos são muitas vezes alvo de processos de exclusão social. Não são esse tipo de trabalhadores que as empresas procuram. Nós temos que ser capazes de reconverter esses trabalhadores para entrarem no mercado de trabalho normal. Mas temos que estar conscientes de que o futuro do país não pode estar em obrigar as pessoas a trabalhar ou imaginar que é possível ter um maior crescimento económico e um maior nível de emprego por reduções dos salários reais», esclarece o presidente do IEFP.

Claro para quê trabalhar?
O o Estado subsidia.


SR MARCELINO, bastava convocar os cidadãos da área que andam com RSI ou SD.

Aqueles que negassem, sem justificação, era-lhes cortado esses subsídios.

Prá próxima já os investidores não tinham problema, e o Estado ficava mais liberto de parasitas!


05/05/2008

E as pastas!


Segundo notícia JN gerentes de negócios declaram ganhar o ordenado mínimo...
Impõe-se investigar o que eles transportam nas pastas de mão, quando saem dos establecimentos, nuita das vezes protegidos por guarda-costas...

26/03/2008

A prosperidade de Portugal

Um paíspróspero.

Por outras, palavras, Manuel, António, Pina

Ficou ontem a saber-se, pelo "Times", que Portugal é um dos 20 países mais "estáveis e prósperos" do Mundo. O jornal cita um estudo da Jane's Information Services realizado ao longo de um ano em 235 países e territórios, que põe Portugal, no que toca a "estabilidade e prosperidade", acima da Noruega, França, Canadá, EUA, Japão, Espanha e Itália, e até da famosa Finlândia. O estudo levou em conta as estruturas políticas, tendências sociais e económicas, riscos militares e de segurança e relações externas de cada país. Vaticano, Suécia, Luxemburgo, Mónaco, Gibraltar, S. Marino, Liechtenstein, Inglaterra, Holanda e Irlanda são o "top ten" da "estabilidade e da prosperidade"; Gaza/Cisjordânia, Somália e Sudão os lugares menos "estáveis e prósperos" do Mundo. Portugal está em 18.º lugar, logo após a Suíça. No mesmo dia em que foi divulgado que milhares de famílias portuguesas deixaram, em virtude do desemprego e da deterioração das condições de trabalho, de poder pagar as suas dívidas, que o crédito malparado subiu a um ritmo de 2,2 milhões de euros por dia no mês de Janeiro (mais 70 milhões de euros do que em Dezembro) e que o endividamento das empresas cresce exponencialmente, é reconfortante descobrir num jornal inglês que somos afinal um país próspero.
In JN 26/03/2008


O Sr Pina estranha (escarnecendo), que seja um jornal estrangeiro a publicar o estudo, que surja numa altura em que é anunciado que Portugal tem crédito mal parado, que cresce o endividamento das empresas e das famílias...etc.
Terá o Sr Pina noção que também existirão problemas destes noutros países, mesmo naqueles que estão à nossa frente no estudo?
Para o referido opinador, o TIMES está é a fazer o frete ao nosso governo...
Estranho é que tendo acessso ao referido estudo, o JN não o tenha publicado!
Ah pois..., mas o que está a dar é o alarido à volta do telemóvel da "pascassa" do Carolina...

28/02/2008

A Professorada

Com a devida vénia ao autor, e sem palavras adicionais,

Ponto, e vírgula,

Mas, afinal, por que protestam os professores? Fazendo um apanhado de algumas das generalidades que lhes ouvimos dizer em sucessivas manifestações, uma das razões é o facto de muitos deles terem votado PS nas últimas eleições e de estarem agora "arrependidíssimos até à raiz dos cabelos". Outra explicação é a de que, pelos vistos, a ministra está a "exterminar a classe dos professores". E outra ainda de que "as salas de professores se transformaram em lugares de desencanto". Do mal o menos, agarrando a frase como quem agarra uma tábua de salvação, foi a sala de professores, e não a sala de aulas, que se transformou em lugar de desencanto.Não tenho nenhum interesse particular em defender a ministra da Educação. Considero, aliás, que muitas das boas medidas que fez aplicar nas escolas estão a ser aplicadas de forma deficiente [e muitas vezes graças à "greve de zelo" dos professores], o que pode transformá-las em medidas más. Mas vamos lá a ver a ninguém parece estranho que, de repente, milhares de pessoas decidam eleger Maria de Lurdes Rodrigues como a "besta negra" que há-de encher o país de analfabetos?Rebobinemos este filme. Por que protestam os professores? Porque uma ministra decidiu que era tempo de impor a Escola a Tempo Inteiro, acabando com as tardes ou as manhãs livres? Porque uma ministra decidiu que era tempo de impor as aulas de substituição, combatendo o vergonhoso absentismo que se vivia nas nossas escolas? Porque uma ministra decidiu que era tempo de avaliar a prestação dos professores em vez de deixar prolongar a irresponsabilidade?Tenho o máximo respeito pela profissão de professor. Mas só tenho o máximo respeito por uma parcela pequena dos nossos professores. Infelizmente, muitos deles não são mais do que verbo de encher. O desânimo e a incompetência que se vive nas escolas não são responsabilidade desta ministra. A "besta negra" dos professores é, provavelmente, os próprios professores.
de Rafael Barbosa


IN Jornal de Notícias