

O que o leva estes dois senhores, politicamente muito distantes, um é filiado no PCP outro no PPD, (hum...é de desconfiar) a consertar posições para levarem uma classe, que por definição, e aos olhos dos portugueses, deveria ser, serena, ordeira, inteligente, a ter atitudes que se só se podem assistir em países onde reina a anarquia?
Não é a pensar na educação com toda a certeza.
Só pode ser uma estratégia política, que é aproveitada por alguns (ditos) professores, para defender interesses corporativos e de previlégios, os quais não existem em mais classe nenhuma da FP, para já não falar no privado.
Como cidadão contribuinte, acho que não deve haver cedências.
É uma questão nacional, não permitir que a "arruaceirice", a que esta classe tem recorrido ultimamente, seja vencedora.
O PREC deu no que deu.
